Claudia é uma bailarina que surpreende. Ela representa com categoria as brazilian belly dancers nos países árabes. Carisma e envolvimento com o público são caracteristicas que se misturam a uma dança graciosa e cativante.
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Juliana Camargo
Começo esse tópico falando de uma bailarina que têm brilhado nos Emirados Árabes. Deixemos de lado a beleza que é estupenda se tratando de Juliana Camargo, coloco em evidência a força, qualidade e criatividade de suas apresentações. Sem qualquer dúvida é merecedora de reconhecimento por um trabalho que mostra acima estética e técnica respeito ao espectador.
Pés, salto-alto e dança
| Escrito por Adriana Hadad |
PÉS. Os pés são uma estrutura delicada. É composto por 26 ossos, 38 articulações, 17 ligamentos e 19 músculos. Ele é responsável por dar apoio, equilíbrio, gerar impulso e absorver o impacto durante a marcha. Eles interferem diretamente na postura. É a estrutura do corpo humano que mais apresenta variações. Existem basicamente três tipos de pés. O pé normal, pronado e supinado. Estas alterações podem ser observadas na sola dos calçados, quando apresentam um lado mais gasto que o outro. SALTO-ALTO A paixão feminina pelo salto-alto é antiga. Ele se tornou acessório indispensável no dia a dia. Afinal que mulher não gosta de usar? Os efeitos do salto-alto são inúmeros e variáveis de indivíduo para indivíduo. Eles aumentam a instabilidade, favorecendo o risco de entorses e estiramentos. Causam alterações no centro de gravidade (ponto de equilíbrio do corpo). A sobrecarga articular acontece, sendo tornozelos e joelhos os mais afetados. Como o peso é deslocado para o antepé (ponta dos pés), faz com que uma pequena região absorva à maior parte do impacto e suporte grande carga. Isto no ponto de vista da reflexologia traz inúmeras conseqüências. SALTO NA DANÇA Na dança, os efeitos do salto-alto sem duvida serão potencializados. Principalmente quando se trata de instabilidade e sobrecarga articular. Isto aumentará proporcionalmente com a altura do salto. Os cuidados com os tornozelos e principalmente os joelhos devem ser redobrados. Alguns itens devem ser observados e alguns questionamentos realizados como por exemplo: - Sinto dores após usar salto para dançar? - Onde estas dores estão instaladas? - Há quanto tempo estes sintomas existem? - Isto está interferindo diretamente na minha postura? Como? Para evitar lesões o melhor caminho é a prevenção, com o trabalho diário de aquecimento, alongamento, fortalecimento muscular e consciência corporal. QUANDO E COMO USAR Realmente tem ocasiões em que não dá para deixar de usar o salto-alto. Então o que fazer? O salto-alto não precisa ser deixado de lado, a bailarina precisa saber a forma correta de usá-lo. Dê preferência por sapatos que não tenham salto demasiadamente altos. O salto n°5 está de bom tamanho. Deixe para usá-lo durante os shows, evite durante os ensaios e aulas. O uso do sapato adequado para o seu tipo de pé é importante. CUIDADOS Alguns pontos importantes não podem deixar de serem levados em conta como: - Sobrepeso - Problemas / Déficit circulatório - Problemas de coluna - Alterações posturais importantes. - Patologias em articulações dos membros inferiores. - Histórico de entorses recorrentes. DICAS Hoje é possível encontrar inúmeros tipos e marcar de calçados. Existem modelos especiais para melhor adaptar à cada tipo de pé. Estão no mercado vários tipos de palmilhas para correção e adaptação do pé aos calçados, mesmo os sapatos de salto-alto também possuem fabricação e acessórios para correção destes desvios. É importante procurar um profissional qualificado para fazer uma avaliação e através da indicação dele, saber qual é o sapato mais adequado à se usar. Algumas dicas para evitar problemas são: - Varie a altura do salto se você usa diariamente. - Prefira sapatos de salto e bicos quadrados. Os plataformas são os mais indicados. - Massageie seus pés após o uso prolongado. Isto irá favorecer a circulação sanguínea. - Alongue-se. Isto fará com que os músculos da panturrilha mantenham seu comprimento normal. ADRIANA HADAD (Fisioterapeuta e Bailarina) (31) 8867-2967 |
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As aparências enganam?
| Escrito por Jade El Jabel |
Quando eu “decidi ser magra”, depois de perder os tais quilos que eram, na minha opinião, “a mais”, confesso que fiquei meio paranóica e transferi essa paranóia para as pessoas à minha volta, falando sobre carboidratos, açúcar e escadas rolantes, que foram terminantemente proibidas. Depois comecei a querer emagrecer o mundo inteiro! Até que um dia vi uma moça gordinha subindo a escada rolante comendo um churros de doce de leite e ela parecia tão feliz! Daí, me perguntei se no fundo, no fundo, não era uma invejinha e percebi que EU preciso ser magra (sei lá porque, mas sou mais feliz assim), mas ninguém precisa parecer com nada que não queira. No ano passado produzi um espetáculo (“Faces do Oriente”) e, na plateia, além de artistas envolvidos com Dança do Ventre, havia artistas de outras áreas, intelectuais, donas de casa, crianças, até um músico Norte Americano e um Cônsul! Depois, conversando com parte destes convidados e seus amigos, recebi elogios pela diversidade estética do espetáculo! Havia mulheres de dezoito a cinqüenta anos, de todas as cores, tamanhos e formas, profissionais e amadoras, fazendo parte de uma mesma Obra de Arte que perderia parte de seu colorido, de sua “estampa sofisticada” além de cair no lugar comum onde só entram as assim ou assado. A escolha do assim ou do assado, somente faz sentido em uma Companhia de Dança, onde o Coreógrafo, como qualquer artista da área da Criação propriamente dita, tem liberdade e direito de definir uma estética. Tem Companhia onde somente dançam bailarinas gordinhas, ou somente nuas, negras, orientais... Algumas exigem medidas exatas, tamanho de seios, altura, outras não exigem nada disso e, no final das contas, todo mundo pode dançar! Mas... Sempre tem um “mas” quando se fala em aparência, porque tem uma confusão com modismo, preconceito, inveja, padronização, e estas coisas vão se misturando e alguém sempre se ofende. O meu “mas” é o seguinte: Numa situação de teste, concurso, seleção, etc, havendo duas pessoas com as mesmas “qualidades curriculares”, a combinação branco/jovem/magro, no Brasil, ganha. E assim é no banco, no hospital, no comércio, e exceções a essa regra não costumam acontecer com bailarinas de Dança do Ventre. Nesse caso, bom pra umas, ruim pra outras e indiferente para as que não desejam fazer parte deste “Macro Mercado” onde tem, sim, concorrência. Mas... E esse é um bom “mas”, A qualidade ainda prevalece! A experiência também! As aparências são levadas em conta, sim, às vezes, até enganam, mas estas que só enganam têm vida curta. E todo mundo ainda pode dançar! Publicado originalmente em www.revistaarteemdanca.com Jade El Jabel |
Como lavar roupas de dança do ventre
por Vanessa Reichert

Estou escrevendo este artigo porque muitas pessoas me perguntam como lavar e conservar as roupas de dança do ventre.
Cada vez mais, as pedrarias estão mais delicadas e menos resistentes, até pouco tempo atrás roupas bordadas com material Jablonex, por exemplo, eram sinônimo de durabilidade, hoje em dia não mais.. Como eu bordo essas roupas eu vejo que mesmo esse material descora e perde o brilho. Então aí vai: cuide da sua roupa, faça manutenção e faça-a duram mais.. =)
* não demore muito pra lavar sua roupa, o acúmulo de sugeira pode fazer com que precise ser esfregada demais, danificando o bordado;
*Para lavar, use sabão para roupas delicadas (indico o Ola, líquido ou sabão de côco). Se não tiver, um pouquinho de amaciante na água também resolve;
*Para esfregar parte interna ou outras que precisem, use uma escova pequena e de cerdas macias (escova de dente velha ou aquelas pequenas de mão);
*NUNCA deixe peças bordadas de molho, perde todo o brilho das peças, se tiver metal (como strass com base metálica) as peças enferrujam;
*ferrugem corrói o tecido, então se tiver alguma peça enferrujada na sua roupa (ganchos por ex.), providencie a troca o quanto antes;
* saias e outras peças que não tenham bordado podem ser lavadas até na máquina, em programas ou saquinhos próprios para roupas delicadas, por isso lave-as mais, saia suja mais e se deixar, com o tempo encarde, daí pra limpar fica difícil;
*NÃO centrifugue as roupas que tenham bordado, torce-as na mão e deixe secar por dias na sombra (no Sol desbota). Peças com forro e/ou enchimentos devem ficar dias secando, pois podem estar molhadas internamente a ao serem guardadas assim podem mofar;
*se a roupa estiver só com cheiro (de comida, cigarro, etc) pode ser deixada no Sol por pouco tempo, o cheiro sai e evita uma lavagem.
*a melhor maneira de guardar suas roupas de dança, é de forma que fiquem bem arejadas, longe do Sol, de preferência penduradas;
Acha que ajudou? divulgue... aproveitando, o Ísis Atelier é um dos poucos em Curitiba que faz Reforma de roupas para Dança do Ventre, então, se sua roupa estiver precisando de cuidados, ou quiser deixá-la com uma cara nova, entre em contato!
Abraço,
Vanessa Reichert
Dança do Ventre- Curitiba
http://www.isisatelier.elo7.com.br (loja virtual)
http://isisatelier.blogspot.com (blog do atelier)
http://vanereichert.blogspot.com (blog pessoal)
http://nourelshamscwb.blogspot.com (blog do meu grupo de dança)
http://www.youtube.com/user/vanereichert (meus vídeos)
http://www.nourelshams.com.br/ (site do meu grupo de dança)
Fady Harb - Mesh Bas Bhebek
Para quem adora saber das novidades e quer variar um pouco as músicas árabes costuma ouvir, aqui vai uma dica.
O cantor Fady Harb é libanês e faz shows nos países árabes e estará no Brasil para um show em Porto Alegre realizado pela Amarein no mês de Abril 2011.
Saber El Robaey - Sidi Mansour
Se você pratica ou já praticou Dança do Ventre com certeza já tive a oportunidade de escutar a música do clip que estou postando. Sidi Mansour é quase que música obrigatória nas aulas de dança do ventre no Brasil. Com ritmo bem marcado e melodia gostosa não há quem não goste dessa música.
Eu estava fazendo meu show aqui na Tunísia e a banda começou a tocar essa música com frequência. Eu amei !!! O público fica super envolvido, se levantam e o show vira uma verdadeira festa. A resposta para tanta exaltação é o simples fato de que esta música é do cantor tunisiano Saber El Robaey. Vamos matar saudade?
Eu estava fazendo meu show aqui na Tunísia e a banda começou a tocar essa música com frequência. Eu amei !!! O público fica super envolvido, se levantam e o show vira uma verdadeira festa. A resposta para tanta exaltação é o simples fato de que esta música é do cantor tunisiano Saber El Robaey. Vamos matar saudade?
Saber El Robaey - Sidi Mansour arab video
Lyrics: Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Sidi mansour y baba, wa ndjik en zour ya baba
Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Sidi mansour ya baba, wa ndjik en zour ya baba
Ashed bi allah, ya baba
Maashekte siwah, ya baba
Sharhe el halim, ya baba
Ala djezeen, ya bab
Wa shal ifeed, ya baba
Manhouf alih, ya baba
Wa Ashed bi allah, ya baba
Maashekte siwah
Wendjik ya sidi
Wendjik ya sidi
Mish moufedine
Mish mourfedine
Wa nnar fi galbi
Wa nnar fi galbi
Tahreg waredi
Tahreg waredi
Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Alah allah ya baba wa slam alik ya baba
Sidi mansour ya baba, wa ndjik en zour ya baba
Wa kaheel el ain, ya baba
Helw el khaddine, ya baba
Helw ou mabrouh, ya baba
Wa ayouno khoul, yabab
wa ghrekt maah, yababa
adjebni shbab, ya baba
wa kaheel el ain, ya baba
ana galdi rfed
sidi ya sidi
sidi ya sidi
ahki ou hakini
ahki ou hakini
saffarli hali
saffarli hali
ali ansini
ali nasine
Ashed bi allah, ya baba
Maashekte siwah, ya bab
Sidi mansour ya baba, wa ndjik en zour ya baba
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